sábado, 22 de novembro de 2014
Citação - o que é?
Outra maneira de se fazer uma releitura de obras de arte é a Citação.
De acordo com Ana Amália (2005), Citar uma obra de arte é não realizar uma referência direta da obra ou artista, mas “utilizar o modo de trabalhar, a cor mais comum do artista ou da obra que estou citando.” Fazendo uma interpretação e apreendendo a obra.
Com esse olhar de releitura ou o quê? foi que escolhi a obra do artista Fontana – sem titulo, de 1962, para realizar uma atividade de citação.
E assim ficou meu Girassol... no amarelo... amarelo...
domingo, 16 de novembro de 2014
Apropriação da obra de Raymond Hains - 1960
Sempre se ouve falar em releitura de obra de arte. Essa atividade é muito praticada em sala da aula, quando o professor propoe ao aluno que veja, analise e releia obras de arte, com o objetivo de despertar o gosto pelo apreciar e fazer artístico. É nesse sentido que surge a apropriação, que é a atividade de realizar releitura de uma obra de arte, isto é, quando pegamos a obra na integra e inserimos nela uma outra imagem do nosso referencial cotidiano ou artístico, com essa ação tomo aquela nova obra para mim, sem retira-la de seu verdadeiro autor. É uma atividade muito rica que exige criatividade, visão poética e respeito com o autor da obra original.
Assim realizei minha apropriação, tomando para mim a obra de Raymond Hains, conhecida como "Cartazes rasgados colados em folha de zinco", feita em 1960, inserindo nela imagens que remete a minha própria imagem dos Girassóis. com a participação de outra imagem como se estivesse refazendo a colagem, por acreditar que ela dialoga com minha primeira imagem, que está relacionada com colagens e cores fortes.
Então, ficou assim, minha apropriação de Raymond Hains, espero que gostem:
Obras referenciadas
A seguir serão apresentadas as imagens das obras, escolhidas para realização da atividade de Poéticas Contemporâneas, de acordo com os artistas referenciados na Carta Náutica:
Obra 1 - Raymond Hains - 1960:
Obra 2 - Fontana - Sem titulo - 1962:
Obra 3 - Anselm Kiefer - Nigredo - 1984:
domingo, 2 de novembro de 2014
Carta Náutica
Vamos barquinho, navegar por outros mares...
Partindo de minha ilha sossegada baseada nas obras de Van Gogh, irei rumo a novas ilhas desconhecidas, que querem ser exploradas. Ilha essas que precisam expor suas ideias de como a arte pode variar em contextos, texturas, olhares, construções e desconstruções...
Essa arte que desorganiza e permite um sonhar de criticidade e reflexão caracteriza a Arte Contemporânea, com sua posição de questionar e rever a arte como algo novo e que também encanta.
Foi pensando nesse contexto que pretendo dialogar com as ideias do Novo Realismo, para isso irei desembarcar na ilha de Raymond Hains, que utilizava em suas obras colagens nos mais inusitados suportes. Depois partiremos em busca da ilha da Arte Povera, Arte Pobre italiana, que propunha fazer arte com materiais do cotidiano, como realizava Fontana.
Em um ultimo pouso, poderemos explorar a ilha do Neoexpressionismo, de pinceladas grosseiras e cores acidas e desagradáveis, como as obras de Anselm Kiefer, que tem como referência o pós-impressionismo de Van Gogh.
E assim, depois de muito viajar, voltaremos à ilha sossegada, mas com muitas ideias de desassossego, de transformações, de reconstrução de ideais e de busca de olhares novos sobre conceitos e ideologias artísticas que percebemos podem ser retomadas e redefinidas a cada nova viagem!!!
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